As principais reivindicações são pela pela regularização do pagamento do transporte escolar que leva os estudantes às escolas; contratação e renovação de contratos de professores, merendeiras e auxiliares de serviços gerais (ASG); pela criação da categoria professor indígena; e pela construção e reforma de novos estabelecimentos de ensino.
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A falta de estrutura e de recurso tem afetado e até mesmo paralisado a operação nas escolas estaduais onde estudam os alunos indígenas. É o caso da Escola Estadual Maria Gildete de Araújo, na zona rural do município de Inajá, no Sertão. Sem ASG, com o salário dos motoristas atrasado em dois meses, sem abastecimento de gasolina e sem dinheiro para consertar os carros quando quebram, a instituição teve que interromper as aulas na semana passada, contou Sandra Tuxá, de 34 anos, uma das lideranças que acampou na SEE.
“Os motoristas fazendo fiado, tudo na amizade. Os postos de gasolina ficam sem querer abastecer. A gente conseguiu segurar até onde dava. A gente fica preocupado porque entende que a educação escolar é o futuro dos nossos pequenos, então a gente precisa que funcione para eles. Já não basta a covid-19 que distanciou eles da escola. Eles precisam retornar, precisam dar continuidade à aprendizagem”, relatou.
Via Vrasilde Fatope













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