Foto: Reprodução/ Instagram/ @superandoaneurofibromatose
Diagnosticada de neurofibromatose, doença sem cura e sem tratamento específico comprovado, a jovem foi operada pelo cirurgião McKay Mckinnon, um norte-americano especialista na retirada de grandes tumores.
Após conhecer o cirurgião McKay Mckinnon pela internet, Karina fez uma campanha de arrecadação virtual para poder custear os custos da cirurgia e a vinda do médico para o Brasil. Segundo McKinnon, a cirurgia de Karina durou cerca de 11 horas. “O tumor do neurofibroma provavelmente tem mais tecido vascular ao redor e dentro dele do que qualquer outro tipo de tumor”, contou o cirurgião ao Uol.
Conforme o cirurgião brasileiro Alfredo Benjamin Duarte, que acompanha o caso de Karina, essa é a primeira vez no país que um tumor tão grande conseguiu ser ressecado. “A gente viu que sobrou uns 15% de tumor. Então, provavelmente ano que vem a gente vai fazer mais uma ressecção, mas bem menor que essa”, disse Duarte ao portal Metrópoles.
A neurofibromatose surge em função de uma mutação genética, que pode estar presente em um dos pais ou em suas células germinativas (nesse caso, pai e mãe não apresentariam a doença), ou ainda ser uma mutação nova, um “erro genético”.
De acordo com Duarte, a operação de Karina serviu de aprendizado para a equipe brasileira que acompanhou o procedimento. “Com certeza não só eu, mas todos os outros cirurgiões e médicos residentes que participaram da cirurgia, estão muito entusiasmados com o que pudemos aprender”, disse ao Uol.














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