Poeta Cordelista Petrolandense Zé Luiz Lança seu mais Recente Trabalho



O Poeta cordelista José Luiz da Silva de 57 anos Petrolandense lança seu novo trabalho com o titulo: Brasil um País a Beira do Caos.

São várias as obras deste artista que já está no número 162 de pequenos livretos(cordéis) em forma de poesias.
Se sinta convidado á ler esse precioso trabalho do nosso ilustre Poeta.



Brasil um País a Beira do Caos

Caros amigos é difícil
Muita coisa um rumo tomar
Tudo na vida tem consequência
Comecem a observar
Os atos que que nos praticamos
Um rumo errado que tomamos
O errado pra nós voltará

Um País como o Brasil
Que merece muita atenção
Repleto de muita riquezas
Sem fazer discriminação
Desde a nossa cultura
Dentro da nossa postura
Vive repleto de ladrões

Países como a Indonésia
De cultura diferente
Tem um regime mais duro
Pra punir inconsequente
Pune rígido os infratores
Traficantes são fuzilados
Não é como o Brasil da gente.

Por aí Brasileiros perdem a vida
Simplesmente por ignorar
As leis rígidas que tem por aí
Sempre vão o perigo enfrentar
Aqui eles ficam sempre impunes
Sabemos que esse é o costume
Por drogas vão tudo arriscar.

Tem País que pune político
Tem muitos que perdem a vida
Na forca, ou são fuzilados
Esta é a contra partida
O Brasil escancara as portas
A raça fica ainda mais torta
Com o peso das riquezas supridas

Sabemos que é sempre assim
A cada ano que tem eleição
O eleitor é posto a prova
Só de ameaças é um danação
Eles se sentem os donos do mundo
Praticam os maiores absurdos
E nós, só elegemos ladrão

É mensalão e Petrobrás
Observe o que tá tudo misturado
Cada vez ficam impunes
Já sabemos qual o resultado
Se um pobre sente fome
Uma galinha vai furtar
Mandam matar,pois tá errado.

E a corja que rouba milhões 
E a justificativa,onde está
A justiça vem para quem não merece
Tratem logo de acordar
Não deem voto quem não presta
Pois pra eles o que interessa
É o dinheiro que está lá.

Lá fora tem pena de morte
É o que vemos acontecer
Aqui o ladrão só tem sorte
Manda e desmanda sem nada temer
Já virou uma bola de neve
Quem quiser corra e se preserve
E trate de se esconder

Lá em se fala em droga
Aqui,ela é a bola da ve
Lá fora se pede clemencia
É preço da insensatez
No Brasil se fica impune
Por mais que os noias importunem 
Não temem nada,nem mesmo as leis.

A briga política, vai de vento em popa 
Comecem a observar
Porém a culpa é nossa
Que escolhemos ladrão pra roubar
Além de termos votado mau
Juntamos todo esse pessoal
Pra que pudessem o Brasil acabar.

Que linda briga política
E a gente só faz assistir
Sorrimos sentados num canto
Fingimos que nada vai vir
Vai sim,pode crer
Nos preços que assustam você
E na desgraçar que vai te perseguir.

A assembleia já vive cheia 
E nada vemos mudar
Mexem tanto nessas leis
Tentando querer concertar
Continuam sempre enrolado
Ao nosso povo sempre enganando 
E o tempo sempre a passar.

Veio a lei da delação
Nos enrolam e não diz nada
Ficam só se protegendo
Se unem numa enorme palhaçada
É a forma de ganhar tempo
E enganarem esses jumentos
Nos enrolando nesta parada.

E ai meu povo amado
Esta na hora de acordar
Não pensem que a vida é um brinquedo
E que não pode se quebrar
Esse brinquedo só faz falta
Se acabarmos com as trapaças
Antes da gente se acabar.

Esse caos sempre existiu 
E co certeza posso falar
As gerações estão inchando
E nem freios vamos achar
A solução é brecar tudo
Dizer um não aos absurdos
Para o Brasil,não piorar.
Redação: Alex Santos
Escrito por: José Luiz da Silva(Zé do Cordel) na Data: 15/02/2015
Foto: Reprodução Faceboook

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